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Ji-Paraná(RO), 22/09/2021 - 08:08
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HEPATITES VIRAIS
Agevisa intensifica cuidados com a prevenção e vacinas

Data da notícia: 2021-07-29 19:07:00
Foto: Assessoria/Divulgação
As ações de prevenção, diagnóstico e capacitação profissional são intensificadas

As formas mais comuns de hepatites virais diagnosticadas em Rondônia são dos tipos “B” e “C”. No período de 1999 a 2020, foram registrados em todo o Estado 254.389 casos de pessoas com hepatite “B” e outros 262.815 com hepatite “C”.

Os dados são do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) do Ministério da Saúde. Para conter os avanços da doença, o Governo de Rondônia, por meio da Coordenadoria Estadual de Vigilância, Prevenção e Controle das Hepatites Virais da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), vem intensificando as ações de prevenção, diagnóstico e capacitação profissional com vistas a reduzir os índices de transmissão.

A hepatite “B” é o segundo tipo com maior incidência e atinge taxas elevadas de transmissão pela prática sexual sem preservativo, contato sanguíneo, e ainda por transmissão da mãe para o filho durante a gestação.

A melhor forma de prevenir a hepatite “B” é a vacina, disponível em todas as unidades básicas de saúde de Porto Velho e demais municípios do Estado, além do uso de camisinha masculina e feminina. Os preservativos são distribuídos em sucessivas campanhas pela Agevisa, em parceria com o Ministério da Saúde.

A coordenadora, enfermeira Francilene Alves de Miranda, destaca: “é por isso que a gente bate na tecla da importância da vacina completa com a primeira, segunda e terceira doses. Isso toda unidade básica de saúde oferece”.

Sem vacina
A principal forma de transmissão da hepatite “C” é pelo contato com o sangue. Atualmente, esse tipo da doença é considerado a maior epidemia da humanidade, com cinco vezes mais casos do que a Aids/HIV, e é apontada como principal causa de transplantes de fígado.

Contra esse tipo de vírus ainda não há vacina, mas com tratamento, a doença que pode causar cirrose, câncer de fígado e morte pode alcançar mais de 95% de chance de cura.

É necessário, no entanto, que a doença seja descoberta logo nos primeiros momentos para não se tornar crônica e afetar diretamente o fígado.
A recomendação é para que pessoas com idade, a partir dos 45 anos, procurem uma unidade de saúde básica no município para fazer o teste rápido. Se for confirmada a doença, o paciente deve buscar imediato tratamento junto à rede pública de saúde.

Principais sintomas
Os sintomas de hepatite viral mais comuns são: olhos e pele amarelados, abdômen um pouco inchado ou distendido, fezes mais claras, urina escurecida, da cor de guaraná, e eventuais episódios de vômito.

A enfermeira Francilene Miranda lembra que há pessoas consideradas assintomáticas, que podem não apresentar nenhum desses sintomas e são portadoras do vírus. Se alguém apresentar um desses sintomas, a orientação é para que procure o serviço de saúde para realização de exames, avaliação ou se contraiu outro tipo de doença e apresentou sintomas semelhantes aos de hepatite.


Fonte: Secom


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