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Ji-Paraná(RO), 28/07/2021 - 20:38
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SAÚDE
Governo de Rondônia atualiza Plano Estadual de Vacina

Data da notícia: 2021-07-16 18:43:45
Foto: Assessoria/Divulgação
Cidadão em processo de imunização na força-tarefa do Governo de Rondônia em Candeias do Jamari

O Governo de Rondônia, por meio da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), atualizou o Plano Estadual de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19. As mudanças foram necessárias para direcionar a administração do novo lote de vacinas aos critérios atuais estipulados no Plano Nacional de Imunização (PNI).

O diretor-geral da Agevisa, Gilvander Gregório de Lima, explica que a “nova versão do plano tem o objetivo de apresentar à população a relação de vacinas disponíveis, com explicação detalhada sobre a atuação de cada uma”. Além desta atualização, que foi uma das principais, foram estipuladas outras, que é o caso da vacinação de gestantes e puérperas com ou sem comorbidade. Estas, serão vacinadas com o imunizante pfizer. Isto em Rondônia, já em outros estados só estão sendo vacinadas as gestantes sem comorbidades.

Outro ponto que merece destaque é disponibilização de mais dois tipos de vacinas, totalizando quatro: Pfizer, Coronavac, Jansen e AstraZeneca. Lembrando que anteriormente, só haviam duas: pfizer e astraZeneca. Além destas inovações, as novas regras versam sobre a estrutura das salas de vacinas. Estas considerações compõem as principais emplementações no novo PNI. Contudo, foram nove mudanças que podem ser verificadas na íntegra em, www.conasems.org.br.

A primeira versão do Plano foi lançada em 15 de janeiro deste ano, e a segunda, em 12 de julho, lembrou o assessor técnico da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), Fábio Julio Perondi Silva.

Que enfatiza que no Estado de Rondônia, em consonância com a 6ª edição do PNI, no que tange a Covid-19; bem como o Conselho de Secretários Municipais de Saúde (Cosems), definiram que todas as gestantes acima de 18 anos, independente de apresentar comorbidade ou não, devem ser vacinadas sem a necessidade de prescrição médica, com vacinas que não contenham vetor viral, ou seja, ativos em sua composição com vírus do coronavírus na forma ativa/vivo. Estas contidas na fórmula e nas vacinas do tipo Coronavac e Pfizer.

Perondi chama a atenção para a continuidade do aleitamento materno mesmo após a vacinação em lactantes, visto que o processo de ativação do sistema imunológico é repassado às crianças, em fase de amamentação, pelo leite materno, e isso é muito importante. Da mesma forma, as doações de leite materno das imunizadas devem ser recebidas normalmente pelo Banco de Leite Ágata, no Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro.


Fonte: Secom


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