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MEIO AMBIENTE
Produtores de área de reserva buscam apoio da Alero

Data da notícia: 2025-08-29 18:53:32
Foto: Foto: Rafael Oliveira/Secom/Divulgação
O presidente da Alero, Alex Redano, se reuniu com representantes dos moradores da Estação Ecológica Soldado da Borracha

Produtores rurais da área conhecida como Estação Ecológica Soldado da Borracha, localizada entre Porto Velho e Cujubim, procuraram a Assembleia Legislativa de Rondônia (Alero), na quarta-feira (27), em busca de uma solução para a questão das terras ocupadas por eles e que foram transformadas em reservas ambientais no fim do governo Confúcio Moura (MDB).

No encontro, o presidente da Alero, deputado Alex Redano (Republicanos), se reuniu com cerca de 50 trabalhadores rurais para conversar sobre a situação. Nele, ele explicou que a Casa de Leis sempre esteve ao lado das famílias que vivem e produzem na região. O deputado estadual Pedro Fernandes (PRD) também participou da reunião.

Alex Redano lembrou que a Alero, inclusive, criou uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a forma como foram criadas essas reservas, em 2018, por meio de um decreto estadual. O relatório final apontou um conjunto de irregularidades no processo, que foram encaminhadas aos órgãos competentes.

O presidente, na ocasião, providenciou que uma das exigências do grupo fosse sanada, que era uma conversa com o governador. Mas, como Marcos Rocha (União Brasil) se encontrava fora de Rondônia, foi articulada um contato online, entre os manifestantes, Alex Redano e executivo. Rocha se comprometeu a atender algumas das reivindicações do grupo de trabalhadores rurais.

O presidente da Associação dos Produtores Rurais Soldado da Borracha, Francisco Andrade, que estava liderando o movimento, afirmou que eles são proprietários da terra e não posseiros. Ele disse que por terem transformado a área em reserva ambiental, ficaram desprovidos de vários direitos.

“Hoje, não temos posto de saúde, escolas e nossas crianças têm que andar mais de 160 quilômetros para estudar. Nossas estradas não podem ser arrumadas devido a essa situação. Temos título definitivo e escritura pública, mas virou reserva e não recebemos nenhuma indenização. Hoje sofremos restrições por parte do Estado. São 500 famílias passando por essa situação. Viemos hoje porque precisamos de solução. De promessa já estamos cheios”, lembrou.

Fonte: Com informações da Secom/Alero




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